Sempre vi a minha carreira de escritor com uma seqüência de pequenas empreitadas nas quais eu iria evoluir minha literatura no mesmo compasso que fosse vivendo a vida. “O verso e a rima” foi o meu projeto da juventude, onde registrei todas as minhas inquietações desse período confuso. O projeto surgiu com esse intuito e tem o nome baseado na síntese do que foi esse período entre meus dezessete e vinte um anos, onde o verso (que sou eu) foi completamente moldado pela rima (as mulheres). Na verdade a mulher da minha vida só fez parte do ultimo ano desse projeto, mas foi justamente a parte mais importante de todas. Foram aproximadamente quatro anos de muita coisa escrita e pouca coisa vivida.
Saio de uma fase totalmente inconseqüente na vida do escritor para entrar de cabeça no mercado literário. Antes da primeira publicação o escritor é massacrado pela tortura constante do anonimato. A solidão de meus versos se acentua quando percebo o quanto são desinteressantes e pouco edificantes. Sofri muito por querer seguir uma literatura mais marginal em um momento da vida em que deveria estar estudando e me formando em alguma coisa. Acordei ao conhecer a mulher da minha vida e foi isso que me fez adiantar o fechamento desse projeto, que pensei que só aconteceria quando eu fizesse vinte e nove (baseando-me naquele preceito de que a vida só começa aos trinta), junto com um romance que pretendia escrever até lá. Mas acabei mudando completamente o rumo do projeto devido ao ocorrido comigo. Marca também esse projeto o caráter quase anônimo que desenvolveu-se a minha literatura, embora todos os poucos espectadores sempre concordassem que ela tem qualidade.
Esse projeto foi totalmente despretensioso e acabou servindo como uma bela forma de evolução literária, mas creio que ainda tenho muito que evoluir antes de me declarar escritor. Iniciarei agora o projeto “Convergência divergente”, que pretendo não levar tão longe quanto o verso e a rima. Esse período abrange oito livros escritos em quatro formas literárias: contos, crônicas, poesia e romance. Essas coisas que vivi não eram para ser vividas agora, mas acabou acontecendo. Não julguei possível me casar antes dos trinta, mas aos vinte tive essa sorte e perdi a chance por incapacidade.
Por enquanto tenho apenas dois livros desse projeto publicado, mas creio que não tardarei em publicar todos. Recentemente terminei uma homenagem que fiz para a moça que mais amo nesse mundo, mas não sei se um dia poderei publicá-la, mas confesso que ficaria muito feliz não só com a publicação, mas que essa história tivesse continuidade. Caso esteja se perguntando o motivo dessa mudança repentina de planos, o motivo de adiantar em oito anos um projeto, garanto que qualquer um pode entender: amei uma mulher, não fiz por merecer e aconteceu a separação. Esse é um belo motivo para se repensar conceitos e reavaliar projetos.
Saio de uma fase totalmente inconseqüente na vida do escritor para entrar de cabeça no mercado literário. Antes da primeira publicação o escritor é massacrado pela tortura constante do anonimato. A solidão de meus versos se acentua quando percebo o quanto são desinteressantes e pouco edificantes. Sofri muito por querer seguir uma literatura mais marginal em um momento da vida em que deveria estar estudando e me formando em alguma coisa. Acordei ao conhecer a mulher da minha vida e foi isso que me fez adiantar o fechamento desse projeto, que pensei que só aconteceria quando eu fizesse vinte e nove (baseando-me naquele preceito de que a vida só começa aos trinta), junto com um romance que pretendia escrever até lá. Mas acabei mudando completamente o rumo do projeto devido ao ocorrido comigo. Marca também esse projeto o caráter quase anônimo que desenvolveu-se a minha literatura, embora todos os poucos espectadores sempre concordassem que ela tem qualidade.
Esse projeto foi totalmente despretensioso e acabou servindo como uma bela forma de evolução literária, mas creio que ainda tenho muito que evoluir antes de me declarar escritor. Iniciarei agora o projeto “Convergência divergente”, que pretendo não levar tão longe quanto o verso e a rima. Esse período abrange oito livros escritos em quatro formas literárias: contos, crônicas, poesia e romance. Essas coisas que vivi não eram para ser vividas agora, mas acabou acontecendo. Não julguei possível me casar antes dos trinta, mas aos vinte tive essa sorte e perdi a chance por incapacidade.
Por enquanto tenho apenas dois livros desse projeto publicado, mas creio que não tardarei em publicar todos. Recentemente terminei uma homenagem que fiz para a moça que mais amo nesse mundo, mas não sei se um dia poderei publicá-la, mas confesso que ficaria muito feliz não só com a publicação, mas que essa história tivesse continuidade. Caso esteja se perguntando o motivo dessa mudança repentina de planos, o motivo de adiantar em oito anos um projeto, garanto que qualquer um pode entender: amei uma mulher, não fiz por merecer e aconteceu a separação. Esse é um belo motivo para se repensar conceitos e reavaliar projetos.